segunda-feira, 12 de outubro de 2026

O Ecomuseu de Maranguape completa 20 anos de uma caminhada histórica, tecida a muitas mãos, no distrito de Cachoeira

Celebre conosco duas décadas de memória, cultura e educação na nossa terra!




O Ecomuseu de Maranguape completa 20 anos de caminhada histórica, tecida por muitas mãos, no distrito de Cachoeira.




Desde 12 de outubro de 2006 com o compromisso inegociável com a democracia, por meio de projetos voltados ao desenvolvimento integral do território, centrados na cultura, na educação e no meio ambiente.



📷 Memórias Vivas: Acervo Fotográfico da Inauguração (2006)













(Nádia Almeida, Hugues de Varine, Graça Timbó. Maranguape, Ceará, Brasil. 2012)


Para marcar este marco de 20 anos, estamos disponibilizando publicamente um acervo fotográfico especial em um Drive comemorativo. Nele, você poderá navegar pelas memórias da inauguração do Ecomuseu em 2006, relembrando rostos, encontros e os primeiros passos dessa construção comunitária. Para acessar o acervo, solicitar pelo email: ecomuseu@ecomuseudemaranguape.page

📖 O Ecomuseu de Maranguape em Destaque Nacional












A trajetória do Ecomuseu também ganhou espaço no cenário cultural brasileiro. A museóloga e pesquisadora Nádia Almeida publicou um artigo especial na prestigiada revista Arquibancada, do Museu do Futebol (São Paulo/SP), no qual analisa e celebra os 20 anos de percurso do nosso museu comunitário.

A reflexão sobre a nossa história está ganhando as salas de aula: por meio da criação dos Núcleos-âncora do Projeto CONSIGO — coordenado pelo Centro Comunitário de Cachoeira —, a publicação está sendo distribuída a todas as escolas de tempo integral da rede municipal de educação de Maranguape.

Para acessar versão PDF ver site do Museu da Língua Portuguesa: https://acervo.museudalinguaportuguesa.org.br/acervos/26499/arquibancada-a-revista-do-museu-do-futebol

🤝 Homemagem e Gratidão





(Graça Timbó. Criação do Ecomuseu de Marangaupe na plenária com a comunidade local da Agenda 21 de Cachoeira. 2006)

Nossa história só existe porque é viva, e o coração do Ecomuseu bate no distrito de Cachoeira. Rende a nossa mais sincera homenagem e gratidão a toda a comunidade local de Cachoeira e às organizações cogestoras que mantêm esse sonho vivo todos os dias, sempre lembrando da nossa querida e inesquecível liderança cultural Graça Timbó:

  • Fundação TERRA

  • Centro Comunitário de Cachoeira

  • Comitê Agrícola de Cachoeira

  • Escola Municipal José de Moura

Ecomuseu de Maranguape: 20 anos preservando histórias, valorizando pessoas e fortalecendo o nosso território.




(Mini documentário sobre a vida e obra de Maria das Graças Farias de Timbó. A Graça da Cachoeira. 



Compartilhamos ainda mais especialmente os depoimentos e felicitações da equipe de coordenação para os 20 anos do Ecomuseu de Maranguape:


"🎉 Ecomuseu de Maranguape: 20 anos de história, cultura e memória! 🏛️💚

Hoje celebramos duas décadas de uma trajetória marcada pela valorização da nossa história, pela preservação do patrimônio cultural e pelo fortalecimento da identidade do povo de Maranguape.

Ao longo desses 20 anos, o Ecomuseu de Maranguape tem sido muito mais do que um espaço de memória: é um lugar de encontros, aprendizados, saberes e experiências que mantêm viva a riqueza cultural do nosso território.

Cada história compartilhada, cada tradição preservada e cada pessoa que contribuiu para essa caminhada fazem parte dessa construção coletiva. Celebrar essa data é reconhecer a importância de cuidar do nosso patrimônio e transmitir às novas gerações os conhecimentos e as memórias que nos conectam às nossas raízes.

Nosso agradecimento a todos que fizeram e continuam fazendo parte dessa história. Que venham muitos outros anos de cultura, educação, pertencimento e transformação!

Ecomuseu de Maranguape: 20 anos preservando memórias, valorizando saberes e construindo futuros! ❤️🌿

#EcomuseuDeMaranguape #20AnosDeHistória #PatrimônioCultural #Memória #Cultura #EducaçãoPatrimonial #Maranguape"

(Dalisson Cavalcante. Presidente do Centro Comunitário de Cachoeira. 12/10/2026)

"Ecomuseu, uma história viva!

A Escola Municipal José de Moura tem a honra de celebrar essa data 🥳

Celebrar parcerias, conquistas e realizações 🙌🏻✨

O Ecomuseu representa cultura e história vivas. Um patrimônio que muito contribuiu para o fortalecimento da história local.

Nós, da referida Instituição de Ensino, temos a honra de tê-lo em nosso território e de celebrar com muito aprendizado e com sentimento de pertencimento."

(César Neto, Coordenador Pedagógico da Escola Municipal José de Moura. 12/10/2026)


“Parabéns a todos os envolvidos! E agradecer todo o empenho por cada conquista e a D. GRAÇA (em memória).”

(Verônica Falcão. Conselho Municipal de Educação de Maranguape. 12/10/2026)


E mais surpresas boas nos aguardam... mais tarde, complementaremos esta publicação com novas imagens comemorativas do aniversário de 20 anos do Ecomuseu de Maranguape, no dia de hoje!!


quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Projeto de Georreferenciamento dos Ecomuseus, dos Museus Comunitários Brasileiros e do Patrimônio Cultural mobilizados pelos territórios de museologia comunitária.

 Avanços no Projeto de Georreferenciamento dos Ecomuseus, dos Museus Comunitários Brasileiros e do Patrimônio Cultural mobilizados pelos territórios de museologia comunitária.


(Reitoria UNESP, São Paulo. Agosto de 2026)


O Projeto de Georreferenciamento dos Ecomuseus e Museus Comunitários Brasileiros avança como uma iniciativa estratégica para visibilizar, cartografar e salvaguardar, de forma crítica e concreta, as iniciativas museológicas do campo da museologia comunitária, o patrimônio cultural mobilizado pelas comunidades, a luta política pela memória nestes territórios e os espaços de resistência dos fazedores de cultura em todo o país.

A iniciativa é elaborada por meio de uma cooperação técnica entre a Associação Brasileira de Ecomuseus e Museus Comunitários (ABREMC), o Departamento de Geografia da Universidade Regional do Cariri (URCA) e a Fundação TERRA.



Origem e Maturação do Projeto

O projeto é fruto direto dos acúmulos e reflexões gerados durante os Seminários Ecomuseus e Geoparques do Estado do Ceará, realizados em duas edições:

  • 2025 (Maranguape): Início dos debates sobre a integração entre a cartografia geográfica e as metodologias da museologia comunitária.

  • 2026 (Crato): Aprofundamento dos critérios técnicos para o mapeamento de territórios museológicos e de acervos vivos.

(Ecomuseu de Maranguape. Outubro de 2025)


(Ecomuseu dos Baixios/Crato. Julho de 2026)




Aclamação e Aprovação

A proposta técnica ganhou escala nacional durante a programação do 2º Colóquio Internacional Paulo Freire e Museologia Comunitária da ABREMC, realizado na reitoria da Universidade Estadual Paulista (UNESP), em São Paulo, em agosto de 2026.

Na ocasião, durante reunião de trabalho, o Departamento de Geografia da URCA apresentou formalmente a proposta do projeto para representantes de diversas instituições e redes parceiras:

  • ABREMC (Associação Brasileira de Ecomuseus e Museologia Comunitária)

  • Ibram (Instituto Brasileiro de Museus)

  • Secult Ceará (Secretaria da Cultura do Estado do Ceará)

  • Secretaria de Cultura e Turismo de Maranguape (Secult Maranguape) e Projeto CONSIGO.

  • UNESP (Universidade Estadual Paulista)

  • UNINA (Universidade de Nápoles, Itália)

  • Fundação TERRA/Ecomuseu de Maranguape

  • Ecomuseu dos Baixios/Geopark Araripe Mundial da UNESCO

A proposta foi aprovada por unanimidade, consolidando a cooperação interinstitucional e definindo as diretrizes metodológicas do Projeto.


Início pelo Estado do Ceará e Apoio Territorial

A fase piloto do georreferenciamento terá início no estado do Ceará, que servirá de laboratório metodológico antes da expansão para as demais regiões do Brasil. Para a implementação no território cearense, a iniciativa contará com o apoio comunitário e com a atuação local do Ecomuseu de Maranguape e do Ecomuseu dos Baixios (Crato).

Paralelamente, novos parceiros e apoios institucionais estão sendo articulados em reuniões setoriais contínuas, ampliando a rede de sustentação e a espacialização do projeto.

Por que o Georreferenciamento é Fundamental?

Este projeto vai além da simples delimitação de coordenadas em um mapa. O georreferenciamento dos ecomuseus e museus comunitários representa uma ferramenta de autonomia, planejamento e salvaguarda cultural:

  1. Visibilidade e Reconhecimento: Insere no mapa oficial experiências culturais e patrimoniais historicamente invisibilizadas pela museologia tradicional.

  2. Defesa do Território: Documenta as relações entre comunidades, meio ambiente e patrimônio material e imaterial, auxiliando as políticas de desenvolvimento integral dos territórios museológicos.

  3. Substrato para Políticas Públicas: Oferece dados estruturados para que o Ibram, a Secult Ceará e os órgãos gestores fundamentem editais, fomentos, planos e políticas setoriais no campo da museologia comunitária.

  4. Aprimoramento do trabalho em Rede: Conecta iniciativas locais em uma plataforma interativa acessível a pesquisadores, estudantes, gestores e ao público em geral.

  5. Turismo de Base Comunitária: Estimula rotas de visitação éticas e sustentáveis, gerando trabalho e renda para as comunidades locais.

Acompanhe e Participe

O projeto segue na fase de estruturação das ferramentas digitais e de realização das reuniões setoriais de articulação. Acompanhe os próximos informativos. 


segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Dia Nacional do Patrimônio Histórico: Parceria para a salvaguarda e o acesso à memória de Maranguape

Dia Nacional do Patrimônio Histórico: Parceria para a salvaguarda e o acesso à memória de Maranguape





No Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17/08), o Ecomuseu de Maranguape, o Ponto de Cultura Projeto CONSIGO e o Coletivo Amigos do Patrimônio Cultural de Maranguape realizaram uma visita institucional ao Arquivo Público de Maranguape. A iniciativa marcou o início de uma importante parceria para a difusão da memória coletiva e da educação patrimonial no município.

Participaram da visita à museóloga da equipe de coordenação do Ecomuseu de Maranguape, Nádia Almeida, o coordenador do Coletivo Amigos do Patrimônio Cultural de Maranguape, Silvio Nunes, e o agente cultural do Projeto CONSIGO, Flávio Batista. O grupo foi acolhido pelo diretor do arquivo, Jorge Gaspar, que apresentou o acervo histórico-documental sob a tutela do município e detalhou os desafios atuais para a organização e catalogação dos documentos restantes.






Educação patrimonial e fontes primárias

A cooperação tem como centralidade transformar o Arquivo Público em um equipamento educativo e cultural ativo para os estudantes das escolas públicas e das comunidades locais. A proposta visa aproximar os alunos e, de modo geral, a sociedade da história de Maranguape por meio do contato direto com fontes primárias de pesquisa.

Encaminhamentos da visita:

  • Articulação institucional: Silvio Nunes se prontificou a conduzir o alinhamento intersetorial necessário para viabilizar e formalizar as ações conjuntas.

  • Ação voluntária: Flávio Batista destacou a importância do engajamento voluntário no apoio às etapas de triagem e catalogação dos documentos mais antigos do acervo.



Essa união de esforços reafirma o compromisso das entidades com a preservação da identidade cultural maranguapense e com o acesso democrático à sua história.





quarta-feira, 15 de julho de 2026

Avanços em Educação Intercultural para o Ecomuseu de Maranguape: Fundação TERRA e Associação PORTUANDO

Avanços em Educação Intercultural para o Ecomuseu de Maranguape

No dia 14 de julho de 2026, a PORTUANDO (Associação de Apoio aos Brasileiros em Situação de Imigração, Portugal), sob o abrigo da Fundação TERRA, tomou posse de uma cadeira representativa de organizações da sociedade civil no Comitê Estadual Interinstitucional de Atenção aos Migrantes, Refugiados, Apátridas e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (CEMIGTRAP) do Estado Ceará, Brasil.








A cerimônia oficial de nomeação ocorreu na sede da Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Ceará, sob a presidência da Secretária de Estado, a Dra. Socorro França.

Representação e Compromisso

A presença da Associação PORTUANDO e da Fundação TERRA no comitê será conduzida por profissionais comprometidos com a causa humanitária e com a garantia de direitos, sobretudo no desenvolvimento de projetos de Educação Intercultural - PROJETO PATRIMÔNIO CULTURAL COM HUMANIDADE








O Papel do CEMIGTRAP

O comitê é um órgão colegiado fundamental para a articulação de políticas públicas no Ceará, atuando diretamente no:

Esta nomeação reforça o compromisso da Associação PORTUANDO e da Fundação TERRA de continuar a construir pontes de solidariedade, dignidade e justiça social, considerando também o diálogo entre as associações e os movimentos sociais por direitos humanos no Brasil e em Portugal. 




Acompanhe nossos canais oficiais para saber mais sobre nossas ações e a atuação do comitê ao longo deste mandato.

Site PORTUANDO: https://portuando-brasil.blogspot.com/



sexta-feira, 10 de julho de 2026

Projeto CONSIGO Informa: A Cultura de Maranguape Conectada. Como o Novo Mapa Cultural da SECULT Maranguape promove a Cultura Viva.

PROJETO CONSIGO Informa

A Cultura de Maranguape Conectada. Como o Novo Mapa Cultural da SECULT Maranguape promove a Cultura Viva.



(Clicar na imagem para acessar e colaborar com o Mapa da Cultura da SECULT Maranguape)



Construir políticas públicas que realmente façam sentido para a população exige ouvir quem está no território. Em Maranguape, esse movimento acaba de ganhar um aliado tecnológico e inovador: o Mapa da Cultura.

Lançada pela Secretaria de Cultura e Turismo de Maranguape (SECULT Maranguape), a plataforma chega para aprimorar a forma como enxergamos, cadastramos e valorizamos nossos fazedores de cultura, artistas, grupos e patrimônios. Mais do que uma agenda ou um banco de dados, o Mapa Cultural é um espaço vivo e em escala municipal.

E sabe qual é a melhor parte? Ele se conecta diretamente às ações da Fase 3 do Projeto CONSIGO.

Uma Construção Livre, Viva e Participativa

Diferentemente de sistemas engessados e puramente burocráticos, o conteúdo do Mapa Cultural de Maranguape será construído de forma livre e participativa. Isso significa que qualquer agente cultural, artesão, mestre da tradição, músico ou morador apaixonado pela história do seu bairro pode — e deve — alimentar a plataforma.


O Encontro Perfeito: Mapa da Cultura + Projeto CONSIGO

Quem acompanha o Projeto CONSIGO sabe que a iniciativa está focada no seu Inventário Cultural Participativo. O objetivo do projeto é mapear os Fazedores de Cultura no município de Maranguape.

É exatamente aqui que o novo Mapa da Cultura se torna uma ferramenta de validação e engajamento indispensável:

  • Fonte Rica de Informações: Os dados inseridos espontaneamente pela população no Mapa servem como matéria-prima e como uma das fontes de informação para as pesquisas de campo do Projeto CONSIGO.

  • Validação Comunitária: O caráter aberto da plataforma funciona como um termômetro coletivo, no qual a própria comunidade valida, complementa e reconhece os fazedores de cultura indicados no inventário.

  • Sustentabilidade e Legado: Ao cruzar o trabalho educativo e patrimonial do CONSIGO com a plataforma oficial do município, garantimos que a herança cultural de Maranguape fique registrada para as próximas gerações de forma acessível e transparente.

O Futuro é Juntos

A união entre tecnologia municipal e curadoria comunitária transforma Maranguape em uma verdadeira Cidade-Museu — onde cada rua, distrito, comunidade, escola e cidadão guarda um fragmento da nossa história e memória para a Cultura sempre Viva. 

Se você é artista, brincante, gestor ou simplesmente alguém que ama a nossa terra, o convite está feito. Acesse a plataforma, crie seu perfil e ajude a escrever, de forma participativa, as páginas da nossa memória viva!

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Projeto CONSIGO. Governança Intersetorial: Ética, Postura Profissional e Atuação em Rede conectam Cultura e Educação em Maranguape.

Projeto CONSIGO. Governança Intersetorial: Ética, Postura Profissional e Atuação em Rede conectam Cultura e Educação em Maranguape.

O avanço da gestão cultural em nossos territórios culturais do Projeto CONSIGO ganha um novo e importante capítulo. Nesta quinta-feira, realizou-se com sucesso o Módulo 5 do curso da Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará, abrangendo temas fundamentais para o desenvolvimento público e social: Ética, Postura Profissional e Atuação em Rede. 






O encontro foi conduzido pela instrutora da Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará (EGPCE), Dra. Helena Campelo. Com sua vasta experiência, a facilitadora guiou os participantes em reflexões profundas sobre a responsabilidade do agente público e cultural, destacando como a postura ética e o trabalho colaborativo em rede são engrenagens vitais para transformar realidades locais.



(Dra. Helena Campelo e Adelaíde Prata)


Uma Nova Visão de Governança Intersetorial

Esta formação é o resultado de uma articulação estratégica promovida pela Secretaria de Cultura e Turismo de Maranguape. À frente da pasta, a secretária Adelaide Prata reforça que este módulo planta as sementes de uma visão de futuro. O objetivo é que esta seja a primeira de uma série de edições contínuas voltadas à qualificação de uma nova governança intersetorial, unindo forças de maneira definitiva entre a Educação e a Cultura.

Entende-se que as políticas públicas ganham muito mais potência quando esses dois setores caminham de mãos dadas, compartilhando saberes, espaços e ferramentas de transformação social.




Engajamento e Acessibilidade em Pauta

O grande diferencial do módulo, no entanto, esteve na rica troca de experiências. A participação ativa dos cursistas transformou a aula em um espaço vibrante de debate. O grande destaque foi dado às discussões sobre acessibilidade.

Os participantes trouxeram o tema sob um ponto de vista mais amplo, indo além das barreiras arquitetônicas:

  • Acessibilidade atitudinal: Desconstrução de preconceitos e acolhimento no atendimento público.

  • Acessibilidade de linguagem: Comunicação clara, simples e inclusiva para todos os cidadãos.

  • Acessibilidade social: Garantia de que os bens culturais cheguem, de fato, às periferias e aos distritos.






A atuação em rede só é real e justa quando todas as pessoas, sem exceção, conseguem acessar e fazer parte dos espaços de cultura e conhecimento.








O Módulo 5 objetivou consolidar a certeza de que Maranguape avança rumo a uma gestão cultural mais integrada, ética e profundamente humana.  Para tanto, a importância dos Agentes Culturais do Projeto CONSIGO ganha mais relevo, pois os 8 Agentes representam e materializam, nos territórios culturais envolvidos na produção do Inventário Cultural Participativo, esta nova política pública intersetorial entre cultura e educação. 






Parabéns a todos os envolvidos por mais esse passo rumo à consolidação da nossa rede. Em breve, o site do Projeto CONSIGO vai inaugurar o "Museu Virtual CONSIGO". Para mais informações, é fundamental acessar o site oficial do Centro Comunitário de Cachoeira: https://centrocomunitariocachoeira.org/ 

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