Ecomuseu de Maranguape: memória e luta de classes pelo desenvolvimento comunitário sustentável.
Para a Semana Nacional dos Museus em 2023, o Ecomuseu de Maranguape retoma reflexivamente sua gênese social, um processo com base na organização comunitária iniciado em 2005, em que as questões ambientais contaram para a elaboração da política museológica do Ecomuseu de Maranguape. Processo que culminou na consolidação do seu PROJETO POLÍTICO MUSEOLÓGICO (PPM), tema apresentado a convite do Centro de Memória da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará.
Com efeito, a equipe técnica do Ecomuseu de Maranguape, Lêda Costa, Dejane Rocha, Dalisson Cavalcante, Geane Vasconcelos, Verônica Falcão, Daniel Arruda, Aldir Freitas, representados na programação da Centro de Memória da Fazenda por Lêda Assis e Dalisson Cavalcante, discutiu-se os contributos dos projetos, programas e ações do Ecomuseu de Maranguape para o tema da sustentabilidade ambiental na comunidade rural de Cachoeira e de modo geral em todo o município de Maranguape.
Não obstante, a Fundação TERRA, organização não-governamental responsável pela criação do Ecomuseu de Maranguape, foi, em 2003, uma das instituições participantes da elaboração da Agenda 21 do município de Maranguape. Movimento que, juntamente com o histórico de organização comunitária do distrito de Cachoeira desde a década de 1970, em 2005 também produziu a Agenda 21 local daquela comunidade.
Neste sentido, a apresentação da equipe técnica do Ecomuseu de Maranguape discutiu questões de base e incontornáveis para o desenvolvimento comunitário. Todas as questões ambientais perpassadas pela perspectiva da luta de classes. Ou seja, uma avaliação crítica e reflexiva para, de modo não dicotômico, aliar ambiente e desenvolvimento.
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