Projeto CONSIGO. Governança Intersetorial: Ética, Postura Profissional e Atuação em Rede conectam Cultura e Educação em Maranguape.
O avanço da gestão cultural em nossos territórios culturais do Projeto CONSIGO ganha um novo e importante capítulo. Nesta quinta-feira, realizou-se com sucesso o Módulo 5 do curso da Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará, abrangendo temas fundamentais para o desenvolvimento público e social: Ética, Postura Profissional e Atuação em Rede.
O encontro foi conduzido pela instrutora da Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará (EGPCE), Dra. Helena Campelo. Com sua vasta experiência, a facilitadora guiou os participantes em reflexões profundas sobre a responsabilidade do agente público e cultural, destacando como a postura ética e o trabalho colaborativo em rede são engrenagens vitais para transformar realidades locais.
Uma Nova Visão de Governança Intersetorial
Esta formação é o resultado de uma articulação estratégica promovida pela Secretaria de Cultura e Turismo de Maranguape. À frente da pasta, a secretária Adelaide Prata reforça que este módulo planta as sementes de uma visão de futuro. O objetivo é que esta seja a primeira de uma série de edições contínuas voltadas à qualificação de uma nova governança intersetorial, unindo forças de maneira definitiva entre a Educação e a Cultura.
Entende-se que as políticas públicas ganham muito mais potência quando esses dois setores caminham de mãos dadas, compartilhando saberes, espaços e ferramentas de transformação social.
Engajamento e Acessibilidade em Pauta
O grande diferencial do módulo, no entanto, esteve na rica troca de experiências. A participação ativa dos cursistas transformou a aula em um espaço vibrante de debate. O grande destaque foi dado às discussões sobre acessibilidade.
Os participantes trouxeram o tema sob um ponto de vista mais amplo, indo além das barreiras arquitetônicas:
Acessibilidade atitudinal: Desconstrução de preconceitos e acolhimento no atendimento público.
Acessibilidade de linguagem: Comunicação clara, simples e inclusiva para todos os cidadãos.
Acessibilidade social: Garantia de que os bens culturais cheguem, de fato, às periferias e aos distritos.
A atuação em rede só é real e justa quando todas as pessoas, sem exceção, conseguem acessar e fazer parte dos espaços de cultura e conhecimento.
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