quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Agentes Jovens do Patrimônio Cultural pesquisam sobre a importância das mulheres na luta pela memória.

Agentes Jovens do Patrimônio Cultural do Ecomuseu de Maranguape e a importância das mulheres na luta pela memória. 



O Programa formativo do Ecomuseu de Maranguape - AGENTES JOVENS DO PATRIMÔNIO CULTURAL - encontra-se na sua 5ª turma. Todos os participantes são estudantes da Escola Municipal José de Moura, escola pública da comunidade local do distrito de Cachoiera. Para esta 5ª edição, o tema central de aprendizagem é o papel da MULHER na LUTA PELA MEMÓRIA. 

O Programa AGENTES JOVENS DO PATRIMÔNIO CULTURAL do Ecomuseu de Maranguape é coordenado pela Profa. Dejane Costa que juntamente aos estudantes dos diferentes ciclos do Ensino Fundamental II desenvolvem atividades teóricas e práticas com o patrimônio cutural, tendo como centralidade a relação das pessoas com o seu território, na perspectiva do patrimônio cultural como uma construção social e o território como uma plataforma educativa.




Os territórios do patrimônio cultural, em constante mapeamento pelos AGENTES DO PATRIMÔNIO CULTURAL, conformam uma plataforma de aprendizagem significativa, dinâmica e responsiva que, de acordo com os conteúdos e os processos metodológicos, incentiva os estudantes a atuarem de forma mais cívica. Outro ganho relevante é a perspectiva interdisciplinar do conhecimento e dos saberes mobilizados pelo programa. A 5ª edição do programa, iniciada há 1 ano, em meados do segundo semestre letivo de 2023, vem desenvolvendo atividades de valorização das memórias das mulheres da comunidade local do distrito de Cachoeira. 





Nas palavras da Profa. Dejane Costa:

A visita de hoje com os agentes jovens do patrimônio cultural de Cachoeira, teve por finalidade conhecermos melhor as três mulheres que em toda sua infância e juventude moraram no sobrado (sede físca do Ecomuseu de Maranguape), assim chamavam, na época de uma personagem da história local, o sr. João Ramalho cordeiro.
São elas: Maria Luiza Oliveira Cruz (Margaça)
Maria José Ferreira Luz (Mazé)
Francisca Cassimiro Gomes (Fransquinha)
Todas elas faziam os trabalhos domésticos da casa grande (casarão) e, nos momentos vagos, eram bordadeiras, juntamente com a D. Rita Oliveira, conhecida como Rita Neco.


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